Produtora independente de energia, a Albioma desenvolve, com uma competência única, suas duas atividades principais: a biomassa térmica, a energia solar e a energia geotérmica

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Produtora independente de energia, a Albioma desenvolve uma perícia única nas suas dois atividades principais: a Biomassa Térmica, a Energia Solar e a Energia Geotérmica.

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Valoriser ses toits permet de lutter contre le rayonnement solaire tout en produisant de l’énergie renouvelable

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Cotada no mercado regulamentado da Euronext em Paris, a Albioma se compromete a colocar à disposição da comunidade financeira uma informação regular, transparente e acessível.

Espaço dos Acionistas
  • Energia: Biomassa e solar
  • Operação desde: 2007
  • Potência termelétrica: 80 MW
  • Potência fotovoltaica: 14 MWp

Desde 2007, a Albioma contribui, através de sua atividade termelétrica a partir da biomassa e sua atividade fotovoltaica, para aumentar a independência energética da Martinica, um território não conectado aos sistemas interligados continentais.

Uma atividade a serviço da estabilidade do sistema interligado

Na Martinica, a Albioma construiu, implementou e opera hoje a turbina de combustão de Galion e a primeira usina termelétrica 100% biomassa nos departamentos ultramarinos franceses. Esta nova unidade, chamada Galion 2, permite a cobertura de cerca de 15% das necessidades de energia elétrica da ilha e também possibilita, em um contexto de transição de energia, aumentar a participação de energias intermitentes como a energia solar.

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Desenvolvimento fotovoltaico

Paralelamente à sua atividade termelétrica a partir da biomassa, a Albioma opera um parque fotovoltaico na Martinica. Todas foram construídas em zonas sem conflito de uso, no solo (Lassale) ou em telhados de residências (SIMAR) e edifícios industriais (destilaria Dillon, Centro de Gerenciamento de Resíduos – CVO, na sigla em francês, refinaria de açúcar Galion). Em 2018, suas atividades forneceram 17,6 GWh de energia elétrica renovável nos sistema interligado da Martinica, quase um quarto do total de energia elétrica fotovoltaica produzida no território. Uma participação que, além de contribuir para a transição energética deste território ultramarino francês, terá aumento de cerca de 500 kWp em 2019 com a inauguração de novos projetos.

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