Produtora independente de energia, a Albioma desenvolve uma perícia única nas suas dois atividades principais: a Biomassa Térmica e a Energia Solar.

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Produtora independente de energia, a Albioma desenvolve uma perícia única nas suas dois atividades principais: a Biomassa Térmica e a Energia Solar.

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Energia renovável no mix energético

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Cotada no mercado regulamentado da Euronext em Paris, a Albioma se compromete a colocar à disposição da comunidade financeira uma informação regular, transparente e acessível.

Espaço dos Acionistas
  • Tipo: Usina termelétrica de biomassa
  • Operação desde: 1998
  • Potência instalada: 102 MW
  • Colaboradores: 94

Primeira unidade inaugurada pela Albioma em Guadalupe, a usina termelétrica a biomassa de Moule fornece 31% da energia elétrica disponível no sistema interligado ao valorizar parcialmente recursos locais e renováveis.

Atividades

A unidade de cogeração de Moule faz parte das usinas históricas da Albioma. Entrou em operação em 1998 e possui capacidade instalada de 102 MW. Além de contribuir para a independência energética de Guadalupe, sua atividade, que depende em parte da valorização do bagaço, permite o fomento da indústria local de cana-de-açúcar.

Biomassa e produção de energia

Durante os períodos de safra da cana-de-açúcar, a usina de Moule utiliza o bagaço, um resíduo fibroso da cana, para produzir energia elétrica renovável e vapor de baixa pressão. De acordo com o princípio da economia circular, parte da energia gerada é usada para abastecer a refinaria de açúcar Gardel, sua vizinha, que explora cerca de 1.000 hectares de cana-de-açúcar em Guadalupe. Em 2017, a usina de Moule exportou 549 GWh de energia elétrica para o sistema interligado, o que equivale a 31% da produção da ilha.

136

mil toneladas

de bagaço utilizadas em um ciclo de produção anual

549

GWh

de energia elétrica produzidos em 2017

Em direção a um modelo de 100% de biomassa

Entre 2018 e 2023, a terceira parte da usina de Moule será convertida em biomassa. O abandono do carvão como combustível permitirá a redução das emissões de CO2 em 87% ao aumentar a participação de energias renováveis no mix energético de Guadalupe para cerca de 35%, contra 20,5% em 2017. Um projeto que também atende os objetivos estabelecidos pela lei de transição energética para o crescimento verde nesse território.