Produtora independente de energia, a Albioma desenvolve, com uma competência única, suas duas atividades principais: a biomassa térmica, a energia solar e a energia geotérmica

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606

Colaboradores que colocam suas habilidades a serviço do Grupo todos os dias

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Produtora independente de energia, a Albioma desenvolve uma perícia única nas suas dois atividades principais: a Biomassa Térmica, a Energia Solar e a Energia Geotérmica.

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Nùmero-chave

68%

Energia renovável no mix energético

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Cotada no mercado regulamentado da Euronext em Paris, a Albioma se compromete a colocar à disposição da comunidade financeira uma informação regular, transparente e acessível.

Espaço dos Acionistas

Devido à sua experiência na valorização energética do bagaço, a Albioma se tornou o parceiro preferencial das empresas açucareiras para produzir energia renovável em territórios desconectados dos sistemas interligados continentais.

88,2

%

Produção de eletricidade no conjunto das nossas instalações térmicas em 2019 (excluindo Maurício)

816

MW

Potência instalada acumulada das nossas centrais térmicas

3 465

GWh

Taxa de disponibilidade das nossas instalações térmicas

130

KWh

Energia elétrica exportada na rede a partir de uma tonelada de cana de açúcar

Produzir energia elétrica e calor a partir do bagaço

Alimentar as centrais com bagaço de canao em troca do fornecimento de vapor e energia elétrica para as refinarias de açúcar é um modelo sustentável que constitui um fator decisivo na competitividade dessas indústrias. Da mesma forma, o desempenho energético de suas centrais permite à Albioma valorizar sua produção de energia elétrica junto às distribuidoras e ajudá-las a lidar com o aumento do consumo.

Na França e na Ilha Maurício, durante a safra de cana-de-açúcar — que dura de quatro a seis meses — as usinas operam em cogeração tendo o bagaço como principal combustível. Durante a entressafra, as usinas funcionam em condensação como usinas termelétricas convencionais, tendo o carvão como combustível. A sua utilização na combustão híbrida permite o fornecimento de energia competitiva o ano inteiro, respeitando as normas europeias e francesas aplicáveis às emissões para a atmosfera.

No Brasil, a safra da cana de açúcar dura em média de 9 a 10 meses e a quantidade de cana processada pelas refinarias permite que a Albioma produza energia praticamente o ano todo (aproximadamente 11 meses ao ano, reservando-se 1 mês para manutenção de entressafra).

A ambição: substituir o carvão por novas formas de biomassa

No contexto do Plano Climático e dos objetivos estabelecidos pela Lei de Transição Energética para o Crescimento Verde, a Albioma pretende substituir o carvão por novas formas de biomassa sustentável, além do bagaço. A conversão das usinas para 100% de biomassa já está em andamento nos territórios ultramarinos franceses e, em última análise, aumentará o percentual de energia renovável, reduzindo significativamente as emissões de CO2.

As novas usinas do Grupo também foram projetadas para enfrentar os desafios da transição energética: Galion 2, na Martinica, é a primeira usina 100% bagaço/biomassa nos territórios ultramarinos franceses, ao passo que a turbina de combustão Saint-Pierre, na Ilha da Reunião, é a primeira usina de bioetanol do mundo.

Energia disponível durante todo o ano

O nosso know-how único em combustão híbrida e cogeração permite-nos produzir energia competitiva durante todo o ano, em conformidade com as normas europeias aplicáveis às emissões para a atmosfera.