A Albioma é uma produtora de energia comprometida com a transição energética por meio da biomassa, da energia solar fotovoltaica e da geotermia.

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Produtora independente de energia, a Albioma desenvolve uma perícia única nas suas dois atividades principais: a Biomassa Térmica, a Energia Solar e a Energia Geotérmica.

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Albioma tem muitas centrais em todo o mundo.

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A nossa historia

Como produtora comprometida, a Albioma desenvolve soluções renováveis desde as suas origens. Embora as nossas raízes industriais estejam ligadas ao carvão, a nossa trajetória sempre teve como objetivo a independência energética verde. Até 2033, reforçaremos esse impacto, apostando na expertise das nossas equipes e na redução significativa da nossa pegada de carbono.

  • 1982-1989
  • 1989-2003
  • 2004-2011
  • 2012-2023
  • E amanhã?
1982 1989

O carvão como ponto de partida de um modelo de parceria circular

No contexto econômico decorrente dos choques do petróleo, foi criada a Sidec (Sociiedade Industrial para o Desenvolvimento da Energia a Carvão), por iniciativa do poder público. Fundada pelo Grupo Charbonnages de France, tinha como objetivo ajudar as indústrias a reduzir a participação dos hidrocarbonetos em sua produção de energia, permitindo que se beneficiassem de instalações otimizadas em termos de eficiência e desempenho ambiental.

 

Assim, surgiram em cerca de trinta unidades industriais (agroalimentar, química, construção automotiva, pneumáticos e papel e celulose) as primeiras instalações de cogeração — produzindo simultaneamente eletricidade e calor útil para os processos produtivos dessas diferentes atividades.

1989 2003

O bagaço passa a integrar nossas usinas

1992 marca um ponto de virada importante na nossa história. Foi o ano da entrada em operação da primeira usina de cogeração do mundo com combustão híbrida bagaço/carvão, no site de Bois-Rouge, na Ilha da Reunião. Essa instalação combina tecnologia de ponta e inovação ao aplicar o princípio da economia circular: a usina oferece à açucareira do local uma solução que melhora seu abastecimento energético, otimizando a valorização do resíduo da cana-de-açúcar, o bagaço.

 

Essa abordagem inovadora convenceu a Séchilienne, subsidiária da Air Liquide, que ingressou no capital da Sidec em 1994. A empresa adquiriu progressivamente o controle majoritário até a fusão das duas sociedades, em 2001, dando origem à Séchilienne-Sidec.

 

Com o sucesso desse novo modelo, os investimentos em biomassa se aceleraram. A usina bagaço/carvão foi replicada — novamente na Ilha da Reunião, com a inauguração do site do Gol em 1995, e posteriormente em outros territórios ultramarinos: em Guadalupe, em 1998, no site de Le Moule, e na Ilha Maurício, em 2000, no site de Belle Vue.

2004 2011

Um crescimento acelerado nos territórios ultramarinos

Em 2004, ingressamos no mercado de energia eólica na França continental com uma primeira instalação, posteriormente vendida em 2007.

 

Em 2007, colocamos em operação a primeira turbina de combustão a óleo combustível (40 MW) em Galion, na Martinica. Ela permitiu atender às demandas de ponta e garantir o fornecimento de reserva da rede elétrica.

Em 2011, inauguramos a usina termelétrica a carvão “Caraïbes Énergie”, em Le Moule, na Guadalupe (38 MW).

 

Paralelamente, o modelo de biomassa térmica se desenvolveu e implantamos sucessivamente: uma segunda unidade de biomassa no site de Bois-Rouge (46 MW), em 2004, na Ilha da Reunião; uma nova instalação em Saint-Aubin (30 MW), em 2005, na Ilha Maurício; uma segunda unidade em Le Gol (58 MW), em 2006, na Reunião; e duas unidades de 45 MW cada em Savannah, em 2007, na Ilha Maurício.

 

As energias renováveis também se tornaram um vetor de crescimento cada vez mais integrado ao nosso mix energético. O desenvolvimento do parque solar no Oceano Índico, nas Antilhas, na Guiana Francesa, na França continental, na Espanha e na Itália continuou, elevando a capacidade instalada para cerca de 70 MW.

2012 2023

Albioma, um ator de referência no setor de energia

Em 2012, a empresa iniciou uma transformação estratégica ao se concentrar nas energias renováveis, priorizando a biomassa e a energia solar. Essa orientação marcou um ponto de virada, com o desenvolvimento de soluções adaptadas às necessidades específicas dos territórios. Em 2013, o Grupo adotou o nome Albioma.

 

A Albioma implantou progressivamente seu modelo nos territórios ultramarinos e no exterior:

– a partir de 2014, o Grupo expandiu sua presença na América Latina com a aquisição de diversas usinas no Brasil;

– em 2018, entrou em operação a Galion 2, na Martinica, a primeira usina 100% biomassa/bagaço nos territórios ultramarinos;

– em 2019, a Albioma inovou na Ilha da Reunião com a implantação de uma turbina movida a bioetanol, uma inovação mundial;

– em 2021, reforçou seu posicionamento com a aquisição de duas usinas geotérmicas na Turquia, ampliando seu portfólio de soluções despacháveis;

– em 2021 e 2023, a Albioma adquiriu duas usinas no Canadá e na Austrália, garantindo o fornecimento de biomassa;

– paralelamente, a Albioma continuou expandindo seu portfólio solar, especialmente na França e no Brasil.

 

A partir de 2020, a Albioma iniciou um ambicioso programa de conversão de suas usinas termelétricas para biomassa.

E amanhã?

Cada vez mais renovável

Desde 2024, a Albioma alcançou uma etapa decisiva em sua transição energética ao concluir a conversão de suas usinas termelétricas para 100% biomassa. Nos territórios ultramarinos franceses, o Grupo virou definitivamente a página do carvão: o uso de combustíveis fósseis foi gradualmente interrompido em favor de recursos renováveis, como o bagaço, pellets de madeira e fontes locais de biomassa.

Graças a essas conversões, as usinas da Albioma contribuem de forma decisiva para a segurança do abastecimento de energia elétrica nos territórios insulares, ao mesmo tempo em que reduzem significativamente as emissões de CO₂. Elas desempenham um papel fundamental em sistemas elétricos não interligados, onde atendem a uma parcela essencial da demanda por eletricidade.

 

Complementando a biomassa, a Albioma segue desenvolvendo projetos solares e geotérmicos, incluindo a obtenção dos primeiros alvarás exclusivos de pesquisa nos territórios ultramarinos, com o objetivo de oferecer um mix energético renovável, equilibrado e adaptado às especificidades de cada território.

 

Essa dinâmica faz parte da estratégia do Grupo para 2033, que visa consolidar sua liderança nos territórios ultramarinos, expandir sua expertise para novos territórios, desenvolver a excelência operacional no Grupo, reduzir de forma sustentável a pegada de carbono de suas atividades e apoiar o desenvolvimento de suas equipes.

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