Produtora independente de energia, a Albioma desenvolve, com uma competência única, suas duas atividades principais: a biomassa térmica, a energia solar e a energia geotérmica

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Produtora independente de energia, a Albioma desenvolve uma perícia única nas suas dois atividades principais: a Biomassa Térmica, a Energia Solar e a Energia Geotérmica.

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Cotada no mercado regulamentado da Euronext em Paris, a Albioma se compromete a colocar à disposição da comunidade financeira uma informação regular, transparente e acessível.

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Desenvolvimento internacional da Albioma, uma alavanca de aceleração para a produção de energia elétrica renovável

Presente desde o início dos anos 90 nos departamentos ultramarinos franceses, a Albioma vê seus primeiros esforços de desenvolvimento internacional recompensados no ano 2000 com o início das operações da usina de Terragen na Ilha Maurício. Essa conquista confirma a validade do seu modelo de valorização do bagaço para produzir com eficiência energia elétrica e vapor. Também reflete a vontade do Grupo de exportar seu know-how para novos territórios em parceria com indústrias locais. Retorno neste artigo sobre os desafios e perspectivas do desenvolvimento internacional do Grupo.

Dos departamentos ultramarinos franceses para o Brasil: um modelo de crescimento a serviço da transição energética

A Albioma opera usinas termelétricas utilizando combustível de biomassa nos departamentos ultramarinos franceses, na Ilha Maurício e no Brasil. Durante as safras açucareiras, essas unidades são alimentadas com bagaço, um resíduo da cana-de-açúcar, para produzir vapor e energia elétrica. Esse modelo único é baseado em uma parceria de três vias entre a Albioma, as empresas de distribuição de energia elétrica e parceiros industriais sucroenergéticos que, em troca do bagaço, recebem o vapor necessário para sua atividade. Foi implementado pela primeira vez em 1992 na usina de açúcar de Bois-Rouge, na Ilha da Reunião, antes de se desenvolver rapidamente nos anos seguintes. Novas unidades foram inauguradas na Ilha da Reunião, em Guadalupe e na Martinica, contribuindo cada vez mais para que um recurso renovável produzido localmente fosse aproveitado ao máximo.

Ao mesmo tempo, a Albioma busca desde cedo expandir suas atividades internacionalmente, concentrando-se em territórios com crescentes necessidades de energia e fontes de biomassa para valorizar. Inicialmente, o Grupo se instala com sucesso na Ilha Maurício, onde a usina termelétrica de biomassa de Terragen entra em serviço em 2000, a de Saint-Aubin em 2005 e a de Savannah em 2007. Uma nova etapa, em outro continente, foi concluída em 2014 com a aquisição da usina de Rio Pardo no Brasil. Maior produtor de açúcar do mundo, o país é um centro importante para a atividade termelétrica da Albioma, especialmente porque as safras canavieiras duram mais do que em outros lugares – quase nove meses por ano.. Assim, as usinas podem operar com bagaço durante todo o ano, desde que as quantidades necessárias tenham sido armazenadas, alcançando melhores rendimentos através da implantação de soluções técnicas projetadas para otimizar as instalações existentes.

Vale do Paraná, quarta usina da Albioma no Brasil

Desde 2014, a Albioma fortaleceu sua posição como produtora de energia renovável no Brasil ao assumir as usinas existentes de Rio Pardo, Codora e Esplanada. Dando continuidade aos investimentos nesse mercado dinâmico, o Grupo anunciou em 2016 a assinatura de um acordo de cooperação com a Vale do Paraná, uma de suas refinarias parceiras, para construir uma nova unidade de cogeração 100% biomassa no estado de São Paulo. Com uma capacidade instalada de 48 MW, a futura usina será inaugurada em 2021 e deverá fornecer 120 GWh de energia elétrica por ano para a rede.

Desenvolvimento internacional, um desafio estratégico para a Albioma

Nos próximos anos, o objetivo da Albioma é manter o crescimento de sua atividade termelétrica no âmbito internacional. Para tanto, o Grupo conta com a experiência de seu Departamento de Desenvolvimento. Sua missão é identificar projetos, avaliar seu interesse e sua viabilidade e, se as abordagens comerciais forem bem-sucedidas, acompanhar sua implantação. Como destaca Louis Decrop, Diretor-Geral Adjunto do Albioma: “Antes de nos comprometermos em uma região, estudamos as necessidades de energia elétrica, a quantidade local de biomassa disponível e outros meios de produção existentes para garantir que nosso modelo traga valor agregado real e possa ser implantado nas melhores condições”.

Entre perspectivas de desenvolvimento e fortalecimento da atividade

Ao levar em consideração esses critérios, a estratégia de curto prazo da Albioma é continuar seu desenvolvimento internacional, principalmente nos países produtores de açúcar da América Central e do Sudeste Asiático. Projetos de compras de unidades e de construção de novas usinas estão em estudo em várias regiões em que as fontes locais de biomassa sejam abundantes e diversas. Além dessas perspectivas de desenvolvimento, o Grupo trabalha para fortalecer suas atividades nos territórios em que já está presente: “Sempre que pensamos ter esgotado nossas oportunidades de desenvolvimento nos departamentos ultramarinos franceses, novos projetos surgem, como o da turbina de Saint-Pierre, que entrou em serviço no início de 2019 na Ilha da Reunião”, acrescenta Louis Decrop.

A mesma dinâmica é observada para a atividade fotovoltaica da Albioma. Por exemplo, a usina de Port-Ouest foi inaugurada em fevereiro de 2019 na Ilha da Reunião, a de Sainte-Rose, em Guadalupe, em junho de 2019, enquanto em Mayotte, um novo projeto com armazenamento de 7,4 MW está previsto para o início de 2021. Na França continental, o Grupo também fortaleceu sua posição no mercado de energia solar ao adquirir a Eneco France em dezembro do ano passado. A subsidiária passou a se chamar Albioma Solar France e continua seu desenvolvimento. Todos esses projetos são elementos de crescimento para o Grupo que contribuem para acelerar a transição energética em seus territórios.