Nossa natureza é cheia de energia

o
grupo
Agenda
25
Oct
Volume de negócios do terceiro trimestre do exercício de 2017

Publicação antes do início do pregão.

Números-chave
753
MW
3.605
GWh
450
experts
2.2
Mt
Potência total instalada em 2016
Quantidade total de eletricidade produzida em 2016
Número dos nossos colaboradores que, todos os dias, colocam as suas competências ao serviço do Grupo para produzir uma energia mais limpa e mais eficaz
Quantidade de bagaço valorizado em 2016, uma grande quantitade suficiente para encher 7 vezes em Stade de France!

A nossa historia

20 anos de inovação industrial nos permitiu conquistar um lugar especial no campo das energias renováveis.

1982-1989: O período do carvão

Por iniciativa dos poderes públicos, no contexto econômico originado pelos choques petrolíferos, a SIDEC (Société Industrielle pour le Développement de l’Énergie Charbon) foi criada pelo Groupe Charbonnages de France para auxiliar os industriais a reduzir a parte dos hidrocarbonetos nas fontes de energia fazendo-os beneficiar de instalações otimizadas em termos de rendimento e de desempenhos ambientais.
 
Construímos as nossa primeiras instalações de cogeração produzindo tanto eletricidade como calor em cerca de trinta usinas (fábricas de produtos agroalimentares, de produtos químicos, montadoras de automóveis, fábricas de pneus, papeleiras).

 

1989-2003: As nossas estreias na cogeração de bagaço/carvão

Em 1992, o Grupo inaugura a sua primeira central de cogeração com combustão híbrida de bagaço/carvão na usina de Bois-Rouge na Ilha da Reunião (62 MW), uma inovação mundial. Esta central traz à fábrica de açúcar do local uma solução de melhoria no seu fornecimento de energia ao otimizar a valorização do seu subproduto de exploração, o bagaço.
 
Este êxito convence a Séchilienne, filial da Air Liquide, que entra no capital da SIDEC em 1994, depois adquire progressivamente a maioria até a fusão das duas companhias em 2001, dando origem à companhia Séchilienne-Sidec.
 
Duplicou de tamanho na usina da Gol na Ilha da Reunião (64 MW) em 1995, na usina de Moule em Guadalupe (64 MW) em 1998 depois na Ilha Maurícia na usina de Belle Vue (70 MW) em 2000.

 

2004-2011: O grupo entra nos mercados da energia eólica e fotovoltaica

Em 2004, o Grupo entra no mercado da energia eólica na França metropolitana com uma primeira instalação de 37,5 MW na usina de Haute-Lys em Nord-Pas-de-Calais, que será cedida em 2007.
 
Em 2005, a Air Liquide cedeu a sua participação no capital em proveito do nosso acionista atual de referência, a companhia Financière Hélios, controlada pela Apax Partners e pela Altamir Amboise.
 
O Grupo continua a se desenvolver no campo da biomassa térmica e coloca sucessivamente em funcionamento:

  • uma segunda unidade na usina de Bois-Rouge (46 MW) em 2004 na Ilha da Reunião,
  • uma nova instalação em Saint-Aubin (30 MW) em 2005 na Ilha Maurícia,
  • uma segunda unidade na usina de Gol (58 MW) em 2006 na Ilha da Reunião,
  • em seguida duas unidades de 45 MW cada em Savanah em 2007 na Ilha Maurícia.

 

O Grupo tornou igualmente operacional, em 2007, a sua primeira turbina de combustão movida a óleo doméstico na usina de Galion na Martinica (40 MW), contando satisfazer as necessidades geradas pelos picos de consumo e de socorro da rede. O continuado desenvolvimento do parque de energia solar no Oceano Índico, nas Antilhas, na Guiana Francesa, na metrópole e no Sul da Europa (Espanha e Itália), assim como do parque eólico essencialmente na metrópole, resultará numa potência instalada de cerca de 70 MW para a energia solar e 56 MW para energia eólica.
 
Em 2011, o Grupo colocou em funcionamento a central térmica a carvão da Caraïbes Énergie na usina de Moule em Guadalupe (38 MW).

 

De 2012: Prioridade para a biomassa e para a energia solar

Em janeiro de 2012, a Assembleia-Geral dos acionistas aprovou a nova estratégia centrada na valorização energética da biomassa com a energia solar como oferta complementar.
 
O Grupo assumiu, em maio de 2012, o controle da Methaneo, especialista em unidades de metanização coletiva territorial e agrícola na França Metropolitana. O primeiro projeto, TIPER Metanização, iniciou as operações em setembro de 2013, sendo seguido por CAPTER em janeiro de 2014 e, finalmente, SAINTER em fevereiro de 2015.
 
Recentrado na sua especialidade, o Grupo cedeu a sua atividade eólica à EDF Énergies Nouvelles em condições satisfatórias no início do ano de 2013.
 
Em 30 de maio de 2013, os acionistas da Séchilienne-Sidec aprovaram a mudança de nome do Grupo, agora denominado Albioma, uma nova identidade ao serviço da estratégia de desenvolvimento das nossas atividades de valorização do alto desempenho energético da biomassa, e mais particularmente do bagaço, e das nossas ambições a nível internacional.